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De búque is on de têibol – verb to be

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Aula anterior: Alfabeto da língua inglesa . Hamlet é uma das mais famosas peças de Shakespeare, e seu mais famoso monólogo começa com “ to be, or not to be ”. Tá bom, quem sabe você não gosta de teatro, então que tal os Beatles? Um de seus melhores álbuns se chama Let it be ... tudo bem, você não é velho como eu (ou “clássico”, como eu prefiro...), então que tal a Beyoncé – Be with you ? Bem, gente, assim, num clima entre o clássico e o pop, começamos a aula de hoje sobre o “ to be ”, tão citado pelo mais atormentado príncipe dinamarquês... Para começo de conversa, To be é um verbo, e verbos são todas as palavras que encerram uma ideia, uma ação ou um estado. Em português, por exemplo, ler, jogar e apropinquar são exemplos de verbos. Para o estudo dos verbos, costuma-se usar os pronomes pessoais nominativos, que em português são eu, tu, ele (ela), nós, vós, eles. Em inglês, esses pronomes são I /a i / (eu, 1ª pessoa do singular), you /ju:/ (tu, você, 2ª pessoa do singular)...

Um prego no caixão

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Comemorando o Halloween, essa semana temos que contar, na aula de inglês, um conto de terror. Eu escolhi uma história folclórica gaúcha, que meu avô me contava. Abaixo estão a versão em português e a tradução para o inglês, ambas escritas por mim. *** Essa era uma história que meu avô me contava, sempre salientando que era um “causo verídico acontecido”. Não que ele tivesse conhecido o personagem principal, mas segundo ele, conhecera um dos apostadores. Pois contava meu avô que Tibúrcio era um homem valente, veterano da guerra de 1835. Era respeitado, mas era também um fanfarrão. Alto e forte, dizia a quem quisesse ouvir que não tinha medo de nada nem de ninguém, por qualquer coisa brigava e dizia que já tinha montado em boitatá e capado lobisomem. Os amigos só ouviam, raramente retrucavam, pois tinham medo do temperamento explosivo de Tibúrcio. Era um dia de inverno, em que o minuano, um vento que vem do polo sul e sopra gelado, assoviando sua canção uuuuuuuuuuuuuu, que...

O poder dos memes

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Confesso-me admirador da teoria memética e, como tal, tenho lido bastante sobre o assunto. Ocorre que, por ser uma hipótese nova (lançada em 1976), e ainda pouco evidenciada, é pouca a literatura em português que se encontra sobre o assunto. Com o intuito de colaborar com quem, como eu, tem interesse no tema, fiz uma tradução livre de um artigo da drª Susan Blackmore, PhD e professora de psicologia da Universidade de West of England, Bristol. O artigo em pauta foi publicado na revista Scientific American, edição de outubro de 2000, páginas 64 a 73. Mantive, também, as ilustrações originais publicadas no artigo referido, todas elas devendo ser creditadas à publicação.        Outro detalhe é que me limitei à transcrição do artigo escrito por Blackmore, não postando aqui a introdução escrita pelos editores ou os textos escritos por Lee Alan Dugatkin, Robert Boyd, Peter J.Richerson e Henry Plotkin, que tecem comentários sobre o artigo na mesma revista. Talvez o faça mai...